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Na noite de 24 do corrente mês o Aero Clube deu um passo interessante naquilo que é uma preocupação da presente Direcção. Com efeito, queremos reforçar a componente social do Aero Clube que, como é óbvio, é o sangue de qualquer agremiação. Escolhemos o fado para esse arranque e, salvo melhor opinião, saímo-nos bem.
O jantar, a cargo do restaurante Hélice, começou tarde não por sua culpa, mas por responsabilidade dos mais atrasados, mas com sobejas justificações. O silêncio impôs-se, não porque se ia cantar o fado, mas porque tínhamos pela frente a tarefa difícil, mas gostosa de tratar do assado. Agora sim, o silêncio mais do que nunca se impunha. Quatro gentis apresentavam-se apetrechados de guitarra e viola, a luz caiu para valores perfeitamente adequados e os primeiros acordes faziam antever um ambiente agradável para a noite. A voz do Tony Reis com a voz da Irene Vieira, ora em alternância ou conjuntamente, acompanhados pelas cordas da guitarra de Joaquim Fernandes e da viola de Afonso Dolores, criaram entusiasmo, levando a que alguns dos convivas participassem também. A sangria e o caldo verde, marcaram presença, confortando no momento certo os que ouviram e os que se fizeram ouvir. Acontecimentos como este estimulam a Direcção do ACCV a prosseguir com iniciativas, sejam elas similares ou outras. Brevemente daremos notícias. ACCV |